sábado, 16 de dezembro de 2017

Mais de trinta

Empresa amplia licença paternidade para 30 dias

paternidade

A atitude pioneira veio do escritório de advocacia Souza, Schneider, Pugliese e Sztokfisz, com sede em São Paulo e Brasília, que decidiu estender a licença-paternidade de 5 para 30 dias.

A mudança se deu graças a um debate gerado pela gravidez de uma colaboradora do escritório, a partir do debate, a equipe de Recursos Humanos pesquisou sobre as boas práticas do mercado e estipulou a licença de 30 dias que passou a valer a partir do mês de janeiro.

Para a coordenadora de Recursos Humanos do escritório, Cristiane Carlos, a decisão é uma consequência da política do Souza, Schneider, Pugliese e Sztokfisz – “Nosso escritório valoriza a qualidade de vida dos colaboradores. A gente acredita que se o pai tiver mais tempo com a família será mais feliz no trabalho.” – explica. A decisão também vale para homens que adotarem uma criança, independente da orientação sexual.

Prevista na Constituição de 1988, a licença-paternidade oferece apenas 5 dias para que o homem fique em casa ajudando a esposa a cuidar do filho. Desde sua criação, a medida aguarda uma lei que regulamente esse direito. Existem pelo menos dez projetos de lei em tramitação no Congresso que discutem a ampliação da licença-paternidade, a maioria delas prevê 15 dias ao invés dos 5 atuais.

Em são Paulo, as funcionárias do escritório de advocacia SSPS  também tiveram a licença-maternidade ampliada de 120 dias para 180 dias e se juntou às mais de 15 mil empresas cadastradas no Programa Federal Empresa Cidadã.

A lei 11.770 de 2008 diz que as empresas que se comprometem a estender em 60 dias a licença para os funcionários podem deduzir no imposto de renda todos os salários pagos no período.

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