Friday, 20 de September de 2019

Mais de trinta

A experiência do homem e a satisfação da mulher

A experiência faz toda a diferença na satisfação do prazer da mulher

A experiência faz toda a diferença na satisfação do prazer da mulher

Existe o mito de que a experiência faz o monge, o que pode ser verdade quando falamos em meditação, afinal, lá ninguém está tentando fazer alguém gozar… Dentro do campo do sexo a quantidade não é sinônimo de qualidade, a não ser que seja uma quantidade ridícula ou que estejamos falando de um talento nato para a coisa.

Fazer sexo direito (leia-se gostoso), sem nenhuma experiência, seria algo como ter nascido com o talento do Pelé para jogar bola, de Leonardo da Vinci para criar coisas ou dos políticos em se falar muito e sem dizer nada, ou seja, muito improvável.

Por outro lado, não há nenhuma garantia de que o sujeito que comeu metade da torcida feminina do São Paulo (poupem-me das brincadeiras, homofobia é crime, por sorte ironia ainda não é), saiba o que fazer com o que carrega por entre as pernas e que não são os joelhos.

Acredito que, não sendo virgem e não sendo muito burro, o sujeito consiga fazer um feijão com arroz bem feito. Basta que, para isso, o indivíduo não fique levando filmes pornográficos muito a sério… Senão terá um problema em encontrar parceiras que sejam adeptas ao estilo de sexo imposto nos filmes e que não se importem em transar com um cara não tão bem dotado. Pois é, da mesma forma que a indústria pornô escolhe as mulheres que conseguem fazer sexo anal com um tubo de PVC de oito polegadas, também escolhe os maiores bilaus já vistos na face da terra, portanto, seria estúpido ficar se comparando as monstruosidades vistas nos filmes.

Tamanho é documento sim, mas se você não for o pequeno polegar ou não for um jumento, está tudo bem. Complicado é ser muito pequeno a ponto de ser injusto medir o comprimento ou muito grande de um jeito que não dê encaixe, aí fica parecendo aquele jogo infantil de encaixar as formas geométricas. O quadrado pode até encaixar no buraco circular, mas alguém sairá perdendo!

Então, caro amigo, por mais experiência que você alega ter, siga meu conselho: esqueça tudo o que você já viu no passado, cada mulher só tem igual o fato de serem todas diferentes.

Enquanto umas gostam mais de sexo estilo namoradinho, outras curtem mais o estilo putão! Como reconhecer a diferença? Me sinto no primário ao ter que desenhar para os leitores, mas vamos lá…

Existe um negócio que apesar de pouco utilizado pode ser muito útil para acertar relações, preste bem atenção, é uma coisa chamada diálogo! Isso mesmo!

Em algum momento você pergunta diretamente para a mulher sobre qual o estilo dela, se gosta mais de dominar ou de ser dominada.

Se curte uns tapas na hora da transa ou gosta mais de cafuné. Vale perguntar também sobre como gosta de ser chamada, não se espante se ela falar “vadia” ou “putinha”. Eu acharia muito mais estranho se uma mulher me pedisse para chamar ela de “mamãe”! Onde está “estranho” leia-se “bizarro”.

Não é necessário e nem desejável que essas perguntas sejam feitas durante o sexo, isso tiraria qualquer tesão da moça. Faça-o durante um jantar, com um bom vinho barato em cima da mesa e, de preferência, sem os pais dela presentes. Mesmo que sua futura sogra seja sexóloga, acredito que falar sobre intimidades não é algo que queiramos compartilhar com nossos pais.

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